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Plano de Cuidados

Cuidar de idosos portadores de doenças crónicas constitui uma realidade para muitas famílias. O domicílio é ainda considerado o melhor local para o idoso envelhecer, uma vez que permanecer junto da família, significa garantir a autonomia, a identidade e a dignidade da pessoa.  Assim, os familiares, participantes nos cuidados, procuram desempenhar as actividades que colmatem as necessidades da pessoa no próprio local onde residem. Apesar dos esforços despendidos para garantir a melhor qualidade de vida possível, de acordo com as possibilidades da família, a doença acentua, frequentemente, os sentimentos de fragilidade, dependência, insegurança e preocupação por parte da pessoa idosa. Segundo Catani citando imageDiogo & Duarte,  “o estado de doença acarreta algumas repercussões psíquicas inevitáveis, como preocupações, angustias, medos, alterações na auto-imagem e alguns níveis de dependência.” (Diogo & Duarte, 2002, pág.).
A situação de dependência pode implicar que o indivíduo não seja capaz de desempenhar as actividades de vida diária de forma autónoma e satisfatória, necessitando da presença de alguém que o “ajude”, durante longos períodos, recaindo habitualmente a escolha sobre um elemento da família. É nestes momentos, que este assume o papel de cuidador informal por ter uma responsabilidade culturalmente definida ou vínculo afectivo, implicando uma reorganização da dinâmica familiar. “para enfrentar

Plano de Cuidados - AVC hemorrágico

 
 
 
Nome:  xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx                                                                                 Idade: 51 anos                              
Data de admissão: 4/10/2006                                        Cama:  21
Diagnóstico: AVC hemorrágico
 
INÍCIO
TERMO
Data
 
Data
24/10/06
FENÓMENOS / DIAGNÓSTICOS
Equilíbrio corporal deficiente
 
 
INTERVENÇÕES
§ Incentivar precocemente o autocuidado
§ Controlar postura em decúbito, sentada e posição ortostática através de:
s Exercícios activos assistidos de fortalecimento dos músculos respiratórios
s Manutenção da amplitude de movimento articular
s Reforço da habilidadde remanescentes
§ Executar exercícios activos assistidos e resistidos de fortalecimento da musculatura abdominal na posição de sentado.
§ Executar treino de postura na posição de sentado.
§ Executar exercícios para aquisição de mobilidade da coluna.
 
24/10/06
FENÓMENOS / DIAGNÓSTICOS
Risco de hipotensão ortostática
 
 
INTERVENÇÕES
§  Supervisionar a pele
    Monitorizar cor, textura e temperatura da pele
    Analisar as alterações observadas
§  Monitorizar sinais vitais

Multienfartes cerebrais e estado mal epiléptico

planos de intervenção de enfermagem de reabilitação

Pensamos que os cuidados de enfermagem de reabilitação a pessoas com afecções neurológicas não traumáticas constituem um processo cuja meta é o de  conseguir que estes doentes atinjam a melhor qualidade de vida possível.
Ao elaborar um plano de intervenção, é importante que o enfermeiro faça uma avaliação holística do processo da doença ou lesão do doente, que incluem necessidades físicas, emocionais, sociais e económicas, embora não se limitam apenas a estas.
Esta parte pretende elaborar diagnósticos de enfermagem e o planeamento das respectivas intervenções com vista à obtenção de ganhos em saúde, quer para o indivíduo, quer para a família, para os focos de atenção identificados. Estes planos foram elaborados aquando da sua estadia no serviço de Neurologia I (HUC) em contexto de ensino clínico.
Justificação – A utilização de instrumentos científicos, universais e validados para conce­ber e executar cuidados de enfermagem, nomeadamente a CIPE, versão Beta 2, só trás benefí­cios, pois permite a reprodutividade dos resultados. A avaliação de resultados sensí­veis aos cuidados de enfermagem é feita em função da mudança do juízo diagnóstico sobre o estado desse foco de atenção. Assim, esta avaliação é fundamental para a reorga­nização do plano de intervenção, produção de saber e para a

Plano de Cuidados de Enfermagem - Bypass femuro-poplíteo com veia

                                                                                             
     Unidade de RFR
Nome: VHAR      Idade: 73              Sexo: M                Serviço: Cirurgia Vascular
Data de Admissão: 04/03/08                          Data da Alta:
Diagnóstico: Bypass femuro-poplíteo com veia

Motivo do Pedido de RFR:
Drenagem de secreções

Antecedentes Pessoais:
Isquémia grau IV do MI Esq.
D M tipo II
Deslipidémia
HTA
Amputação do MI Dto. abaixo do Joelho em 2004

Exames Auxiliares de Diagnóstico:
Eco cardíaco: VE dilatado com má função sistólica

Terapêutica:
Plavix 75
Dopamina 400mg/50cc SF em perfusão continua a 2ml/h – suspendeu em 20/3/08

Apresentação do Utente:
Doente de 73 anos de idade, submetido a Bypass femuro-poplíteo com veia, no dia 6/3/08, apresenta-se muitas secreções mucopurolentas que tem dificuldade em expeli-las.

Plano de Cuidados ao Doente Queimado

Unidade de RFR
Nome: YH Idade: 43 Sexo: M Serviço: Unidade Queimados /Serviço de Cirurgia Plástica
Data de Admissão: 06 /02/08 Data da Alta: 20/03/08
Diagnóstico:
Queimado 16,5% - Infecção Respiratória – Ventilação Mecânica Invasiva Prolongada

Motivo do Pedido de RFR:
Drenagem de secreções, Prevenção e correcção de defeitos ventilatórios

Antecedentes Pessoais:
Pacientes terão centro cirúrgico específico
S/ antecedentes significativos

Exames Auxiliares de Diagnóstico:
10/2/08 – RX com Hipo transparência no 1/3 Inferior do campo pulmonar esquerdo
11/2/08 – RX com Hipo transparência no 1/3 Inferior do campo pulmonar esquerdo
 
Apresentação do Utente:
11/2/08:
Doente internado desde dia 06/02/08 por acidente de trabalho de onde resultaram queimaduras de 16,5% ACQ (face, mãos e antebraços)
Desde a sua admissão com VM extubado dia 8/3/08, encontra-se com O2 por Óculos Nasais a 3 L/min.
Consciente e orientado, eupneico, pele e mucosas descoradas, emagrecido, rigidez articular, atrofia muscular acentuada

LES – Lúpus Eritmatoso Sistémico

Lúpus é uma palavra proveniente do latim e significa lobo, os médicos utilizaram este termo porque as erupções cutâneas características que alguns doentes apresentavam, recordavam pequenas mordidelas de lobos.
Eritematoso é também derivada do latim e significa vermelhão, e é referente à cor das erupções do Lúpus.
Sistémico, é uma palavra alusiva ao facto do Lúpus poder afectar muitos órgãos ou sistemas de órgãos.
Em 1828, Biett (médico francês) descreveu pela primeira vez a forma localizada do Lúpus – Lúpus Eritematoso Discoide (LED), mais tarde em 1851, Pierre Cazanave (médico francês) descreveu a forma de Lúpus Eritematoso Sistémico (LES). Em 1895, o médico canadense Sir William Osler caracterizou melhor o envolvimento das várias partes do corpo, sem que necessariamente ocorresse alterações cutâneas e adicionou a palavra sistémico à descrição da doença.
Este trabalho está dividido em dois grandes grupos, sendo o primeiro grupo referente à descrição da patologia e o segundo relativo a um plano de cuidados, aonde foram levantados alguns problemas potenciais decorrentes da própria patologia.

ARTRITE REUMATÓIDE - INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO

Artrite reumatóide (AR) – doença inflamatória crónica caracterizada por uma inflamação do tecido conjuntivo, predominantemente a nível sinovial – sinovite reumatóide – que distende as estruturas capsulo- ligamentares e invade as articulações e as estruturas tendinosas; constitui-se o “pannus sinovial” que é responsável pela destruição da articulação e pela ruptura dos tendões.
História clínica do doente…
Anamnese… Dor… Ritmo inflamatório na fase de agudização
Ritmo mecânico na fase de remissão
Intensidade da dor
Rigidez matinal
Exame do aparelho locomotor… Sinovite
Rigidez dolorosa por retracção das partes moles
Deformações articulares
Amiotrofias
Diminuição da força muscular

Cirrose Hepática,Caso cliníco, Plano de Cuidados

A cirrose hepática é uma doença irreversível com diversas etiologias, sendo a mais frequente o álcool seguida de hepatite B e C. Em 1994 ocorreram 2200 mortes por cirrose hepática, constituindo um número superior à mortalidade provocada por melanoma ou leucemia.
Com este estudo pretendemos atingir os seguintes objectivos:
· Possibilitar a aquisição de conhecimentos teóricos e, enquanto alunos de enfermagem, a aplicação prática desses conhecimentos;
· Aprofundar os conhecimentos acerca da Cirrose Hepática, nomeadamente quanto à sua fisiopatologia, tratamento, cuidados de enfermagem inerentes e complicações;
· Suscitar uma reflexão acerca da importância do processo de enfermagem para uma boa prestação e humanização de cuidados de enfermagem.

Carcinoma Gástrico, Anatomia e Fisiologia do estômago, Plano de Cuidados

A realização do estudo de caso sobre carcinoma gástrico permitiu-nos adquirir conhecimentos mais aprofundados e concretos acerca de patologia em questão.
Após uma noção anatomofisiológica da patologia e seus factores etiológicos são apresentadas as suas formas de diagnóstico e as estratégias terapêuticas mais utilizadas bem como os cuidados de enfermagem inerentes.
Com este estudo pretende-se atingir alguns objectivos essenciais:
- Aumentar a qualidade dos cuidados de enfermagem prestados no contexto de um carcinoma gástrico utilizando o processo de enfermagem: identificar problemas, planeando, executando e avaliando com maior eficácia e eficiência;
- Perspectivar o quadro e evolução clínica do doente, integrando-o na sua globalidade.
Como métodos de colheita de dados, foi utilizada a entrevista ao doente, observação directa do doente, consulta de processos clínicos, pesquisa bibliográfica e pesquisa informática.

Plano de Cuidados - TVM

Diagnóstico: Ansiedade em grau elevado.
Intervenções: Manter uma atitude calma e decidida, mantendo o contacto olhos nos olhos com o doente. Facilitar a expressão dos seus medos, reduzindo ou eliminando estímulos potenciadores de ansiedade. Identificar pessoas significativas cuja presença possa auxiliar o paciente. Incluir a esposa nos cuidados.
Justificação: De acordo com Henriques (2004) a ansiedade decorre, numa primeira fase, resultante das dúvidas e incertezas. Segundo Delisa (2002) a ansiedade é um problema comum no processo de reabilitação, agravado com a hospitalização, devendo-se privilegiar inicialmente as intervenções não medicamentosas.
No inventário de resolução de problemas apresenta um score de77, num total possível de 200.
Diagnóstico: Imagem corporal alterada. Intervenções: Vigiar comportamentos.

Plano de Cuidados - DPCO

CONTEXTUALIZAÇÃO E DESCRIÇÃO DA SITUAÇÃO
Nome: C.L.
Idade: 65 anos
Admissão: x/03 /2008
História actual:
O senhor C.L. deu entrada no Hospital de São José no dia x/03/2008 por dispneia, com saturações de oxigénio de 54% e com diminuição global do murmúrio vesicular. Foi entubado orotraquealmente e teve melhoria da saturação de oxigénio, fez terapêutica broncodilatadora. Foi transferido para a Unidade de Cuidados intermédios do Serviço 2 de Medicina, foi extubado de forma a poder fazer ventilação não invasiva – BIPAP, tendo iniciado igualmente terapêutica antibiótica e corticoterapia, com melhoria significativa da saturação de oxigénio.

Plano de Cuidados – Acidose Metabólica

 
Nome: G. F.
Idade: 57 anos Data de Nascimento: x-x-49
Sexo: Feminino.
Data de Internamento: x-x-2007
Data de admissão na UCI: x-x-07
Diagnóstico Provisório: Acidose metabólica
História Actual
Admitido na UCI por acidémia grave por acidose metabólica no contexto de síndrome de intestino curto e sépsis.
À entrada na UCI sonolenta mas despertável .Orientada e colaborante .
Apirética, FC=110bpm ; TA=140/60. Pele e mucosas desidratadas e descoradas.

Plano de Cuidados - Lipomeningocelo do cone medular




ENFERMAGEM
MÓDULO IV – CUIDAR DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

ENSINO CLINICO

 

IDENTIFICAÇÃO DO UTENTE

Nome: M. A. R.
Raça: caucasiana
Naturalidade: x
Sexo: feminino
Idade: 51 anos
Data de nascimento: x/x/1956
Habilitações literárias: 4ª classe
Residência: Setúbal
Centro de Saúde de referência: Centro de Saúde de Setúbal (Dr. F.)
Subsistema de Saúde: Segurança Social
Pessoa de referência: marido
Casada, com uma filha de 21 anos de idade que ainda vive na casa parental. É vendedora de peixe na praça de Setúbal, há cerca de 6-7 anos, em parceria com o marido. Nega hábitos tabágicos e/ou outros hábitos aditivos.