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Avaliação da qualidade de consultas de enfermagem a doentes hipocoagulados

ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE VISEU
CENTRO DE SAÚDE DE TÁBUA

Avaliação da qualidade de consultas de enfermagem a doentes hipocoagulados

Tábua, Junho 2008
ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE VISEU
CENTRO DE SAÚDE DE TÁBUA

Avaliação da qualidade de consultas de enfermagem a doentes hipocoagulados

Trabalho realizado no âmbito do Ensino Clínico VI
(Enfermagem Comunitária I) sob a orientação do
Professor Oliveira
Tábua, Junho 2008
SIGLAS
AO - Anti coagulantes orais
DST - Dosagem terapêutica
EAM - Enfarte agudo do miocárdio
FA - Fibrilhação auricular
FE - Tracção de ejecção
ICC - Insuficiência cardíaca congestiva
INR - International Normalized Ratio
LOT - Número do lote
TAO - Tratamento com anticoagulantes orais
TD - Tensão diastólica
TEP - Trombo embolismo pulmonar
TP- Tempo de protrombina
TVP - Trombose venosa profunda
ÍNDICE GERAL
Pág.
1 – INTRODUÇÂO ………………………………………………………………………...
2 – Avaliação da qualidade ……………………………………………………..
2.1– IdentificaçãO do problema ...................................................................
2.2 – ANTICOAGULANTES ORAIS (AO) .................................................................
2.2.1 – Mecanismo de acção ...................................................................................
2.2.2 – Indicações ....................................................................................................
2.2.3 – Efeitos secundários ....................................................................................
2.2.4 – Contra-Indicações .......................................................................................
2.2.5 – Interacções medicamentosas ....................................................................
2.2.6 – Controlo dos anticoagulantes através do quociente normalizado internacional (INR)....................................................................................................
2.2.7 – Instituição do tratamento com anticoagulantes orais (TAO) ..................
2.2.8 – Situações especiais ....................................................................................
2.2.9 – Alimentação .................................................................................................
2.2.10 – Exercício Físico .........................................................................................
3 – Dimensão da qualidade a AVALIAR ........................................................



4 – UNIDADES DE ESTUDO ....................................................................................
5 – TIPOS DE DADOS ..............................................................................................
6 – FONTE DE DADOS ............................................................................................
7 – TIPO DE AVALIAÇÃO ........................................................................................
8 – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO .............................................................................
9 – COLHEITA DOS DADOS ...................................................................................
10 – RELAÇÃO TEMPORAL ....................................................................................
11 – SELECÇÃO DA AMOSTRA .............................................................................
12 – APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS .......................................................
13 – CONCLUSÃO / MEDIDAS CORRECTORAS ...................................................
BIBLIOGRAFIA .........................................................................................................
APÊNDICE – Questionário ........................................................................................
ANEXO 1 – Folheto informativo do CoaguChek PT Test ……………………………..
ANEXO 2 – Manual do utilizador do CoaguChek……………………………………….



ÍNDICE DE QUADROS
Pág.
Quadro 1 – Indicações dos anticoagulantes orais ............................................
Quadro 2 – Interacções medicamentosas dos AO ...........................................
Quadro 3 – Normas para o “ajuste” da dose da Varfarina - INR alvo: 2,3- 3,0 .
Quadro 4 – Factores que influenciam o valor de INR .......................................
Quadro 5 – Doentes com alto risco tromboembólico ........................................
Quadro 6 – Legenda do questionário aplicado aos enfermeiros do Centro de Saúde de Tábua .............................................................................
ÍNDICE DE TABELAS
Pág.
Tabela 1 – Preparação prévia das consultas ...................................................
Tabela 2 – Avaliação do peso ..........................................................................
Tabela 3 – Avaliação da tensão arterial ...........................................................
Tabela 4 – Conhecimento da medicação do utente .........................................
Tabela 5 – Efectuar ensinos adequados à situação do utente ........................
Tabela 6 – Fornecer material de leitura ...........................................................
Tabela 7 – Monitorização do INR .....................................................................
Tabela 8 – Higiene das mãos antes e depois da avaliação .............................
Tabela 9 – Verificação da higiene das mãos do utente ...................................
Tabela 10 – Retirar um invólucro de tiras de teste do frigorífico e esperar pelo menos 5 minutos à temperatura ambiente .....................................
Tabela 11 – Verificar se o código que aparece no visor corresponde ao que aparece a seguir ao símbolo LOT no invólucro das tiras de teste..
Tabela 12 – Picar nos bordos laterais do dedo médio ou anelar utilizando o sistema de punção capilar .............................................................
Tabela 13 – Massajar a parte exterior até formar uma gota de sangue grande (não apertando nem espremendo) .................................................
Tabela 14 – Registar o valor no livro fornecido ao utente e que o identifica hipocoagulado ................................................................................



ÍNDICE DE GRÁFICOS
Pág.
Gráfico 1 – Preparação prévia das consultas .................................................
Gráfico 2 – Avaliação do peso ........................................................................
Gráfico 3 – Avaliação da tensão arterial .........................................................
Gráfico 4 – Conhecimento da medicação do utente ......................................
Gráfico 5 – Efectuar ensinos adequados à situação do utente ......................
Gráfico 6 – Fornecer material de leitura .........................................................
Gráfico 7 – Monitorização do INR ..................................................................
Gráfico 8 – Higiene das mãos antes e depois da avaliação ...........................
Gráfico 9 – Verificação da higiene das mãos do utente .................................
Gráfico 10 – Retirar um invólucro de tiras de teste do frigorífico e esperar pelo menos 5 minutos à temperatura ambiente ...........................
Gráfico 11 – Verificar se o código que aparece no visor corresponde ao que aparece a seguir ao símbolo LOT no invólucro das tiras de teste
Gráfico 12 – Picar nos bordos laterais do dedo médio ou anelar utilizando o sistema de punção capilar ...........................................................
Gráfico 13 – Massajar a parte exterior até formar uma gota de sangue grande (não apertando nem espremendo) ..................................
Gráfico 14 – Registar o valor no livro fornecido ao utente e que o identifica hipocoagulado ..............................................................................
1 – Introdução
No âmbito do Ensino Clínico VI – Saúde Comunitária I, foi-nos proposto a realização de um trabalho no Centro de Saúde de Tábua, o qual pretende averiguar a Avaliação da Qualidade das Consultas de Enfermagem a Doentes Hipocoagulados. Assim sendo, foi em torno deste tema que se desenvolveu este trabalho, que nos transmite de uma forma clara, precisa e directa qual terapêutica anticoagulante oral e as múltiplas situações que a exigem tais como fibrilhação auricular, próteses valvulares cardíacas e o tromboembolismo venoso; as principais complicações que advêm da terapêutica anticoagulante oral, tais como a hemorragia, que é determinada pela intensidade do efeito da hipocoagulação, pelas características do doente, pela utilização concomitante de fármacos que interferem com a homeostase e pela duração da terapêutica.
Pretende-se então, que o enfermeiro adeqúe conhecimentos para desempenhar um papel preponderante na educação para a saúde e determinação do INR dos doentes hipocoagulados seguindo determinados procedimentos padrão, com o intuito de fazer um correcto acompanhamento de cada doente e obter assim resultados favoráveis para a saúde do doente hipocoagulado.
Deste modo, com a realização deste trabalho, temos como objectivos:
  • Realizar uma breve revisão teórica sobre a temática;
  • Elaborar um questionário que contenha os procedimentos padrão;
  • Inquirir os enfermeiros sobre as suas práticas no âmbito da consulta dos hipocoagulados;
  • Estabelecer algumas recomendações baseadas nos dados obtidos.